CIRURGIAS ESTÉTICAS E PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS: ONDE ESTÁ O MAIOR RISCO PARA O PACIENTE?
Em entrevista ao Ponto Factual, a cirurgiã plástica Dra. Maria Paula Tanaka e o cirurgião da parede digestiva Dr. Luiz Castro fizeram um alerta direto: o perigo muitas vezes não está no “procedimento da moda”, e sim no conjunto — quem faz, onde faz e como faz.
Segundo o Dr. Luiz Castro, o crescimento acelerado das cirurgias estéticas no Brasil vem acompanhado de decisões impulsivas, movidas por preço, promessas irreais e pressão de redes sociais.
PROFISSIONAL HABILITADO: O PRIMEIRO PASSO PARA A SEGURANÇA
O médico reforça que todo paciente deve checar CRM ativo e especialização compatível com a cirurgia. A verificação pode evitar situações graves envolvendo pessoas sem formação adequada ou sem autorização legal para atuar.
RELATOS PREOCUPANTES NA ROTINA CLÍNICA
A Dra. Maria Paula relata que é comum receber pacientes com complicações após cirurgias feitas sem planejamento, sem exames completos e sem equipe preparada — muitas vezes em locais sem condição mínima de segurança.
O LOCAL MUDA TUDO
Os especialistas foram enfáticos: procedimentos em ambientes improvisados aumentam o risco. Hospitais contam com centro cirúrgico equipado, anestesia, protocolos, equipe treinada e suporte a emergências.
ALERTA AO PACIENTE
- Confira CRM e especialização
- Pesquise experiência e histórico
- Desconfie de promessas milagrosas
- Exija hospital com estrutura
- Entenda riscos e cuidados
Cirurgia é saúde — e decisão consciente é proteção.